5ª Bienal de Arquitetura

Autor: Arquiteto Pedro Mendes da Rocha
Co-Autor: Luiz Augusto de Biasi

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Como sempre costuma ocorrer em mostras do gênero, a apresentação à imprensa da 5.ª Bienal de Arquitetura e Design, realizada  no Pavilhão do Ibirapuera, em São Paulo, transcorreu em meio aos trabalhos acelerados da equipe de montagem, quando começam a chegar autoridades e público para a cerimônia oficial de inauguração, com direito a presenças ilustres, como a do ministro Gilberto Gil, do governador Geraldo Alckmin e da prefeita Marta Suplicy.

Apesar da ausência de trabalhos importantes, foi possível vislumbrar na visita guiada o esforço dos curadores (da Bienal e convidados) em tornar a arquitetura algo mais acessível ao público. Há trabalhos extremamente lúdicos, como uma enorme maquete de Tóquio confeccionada com fotos feitas por satélite, correspondentes a cada um dos prédios, ou os cubos mágicos criados pelos chineses para introduzir a arquitetura de Pequim aos brasileiros. Ambos estão no segmento dedicado às metrópoles, considerado o núcleo do evento.

Os arquitetos de renome internacional, como Zaha Hadid e Peter Cook, também inovaram na forma da apresentação, criando arquiteturas especiais em seus espaços. O trabalho de design da exposição idealizado por Pedro Mendes da Rocha contribui para essa leveza, especialmente no que se refere à mostra geral dos arquitetos, que traz mais de 300 concorrentes (o resultado do concurso será divulgado na próxima semana), mas perdeu o tom sisudo dos outros anos.

A mostra combina grandes nomes da arquitetura mundial com um seleto time de profissionais brasileiros, entre os quais se destaca obviamente Oscar Niemeyer, autor do Pavilhão que abriga a Bienal e que terá direito a uma sala especial A dupla de curadores da mostra, Pedro Cury e Ricardo Ohtake, escolheu por tema do evento dez cidades-chave no mundo, numa tentativa de mostrar soluções e problemas enfrentados por metrópoles aparentemente tão díspares quanto Pequim, Johannesburgo, Tóquio, Berlim, Londres, Nova York e São Paulo.

Além do segmento temático da metrópole, o evento traz ainda outros oito núcleos: as representações nacionais, indicadas pelos países participantes; as mostras especiais (entre elas a homenagem a Niemeyer); as mostras de design; as mostras de tecnologia; a Exposição Geral dos Arquitetos; o Concurso Internacional de Escolas de Arquitetura; as mostras institucionais, além do já mencionado fórum de debates. Chamariz – É um conjunto bastante vasto de atrações, que seguramente tem como principal chamariz as grandes estrelas internacionais, como Norman Foster, Peter Cook e a arquiteta Zaha Hadid. Mulher, iraquiana – radicada em Londres há três décadas – e autora de uma obra potente e reconhecida por uma série de prêmios, Zaha tem tudo para tornar-se um dos focos de interesse do público.

Dentre os brasileiros, foram selecionados os seguintes nomes: Assis Reis; Botti e Rubin; Carlos Fernando Pontual; Carlos Maximiliano Fayet; João Diniz; Joaquim Guedes; Jorge Wilheim; Manoel Coelho; Marcelo Carvalho Ferraz/Francisco de Paiva Fanucci; Marcos Acayaba; Miguel Juliano; Ruy Ohtake; Sérgio Parada e Sidonio Porto.

Mais informações: www.bienalsaopaulo.org.br

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